sexta-feira, 16 de outubro de 2020

3 coisas que seu site tem que dizer sobre o novo normal

Nessa altura do campeonato todo mundo já percebeu que o novo normal não é, obviamente, normal. 

Por isso há pelo menos 3 coisas que seu site tem que dizer agora, que não tinha que dizer antes da pandemia: 

1 - O que mudou ou não na sua operação por conta da pandemia

Com tantas empresas quebrando, encolhendo e/ou mudando sua linha produtos e serviços, ou ainda mudando seu jeito de operar por conta da pandemia, é natural um cliente ter dúvidas se a sua empresa, prezado leitor, estaria ou não funcionando do jeito que estava antes.

Então não espere o cliente ter a iniciativa de ligar e perguntar. Você pode perder um cliente mais apressado ou mais preguiçoso que não vai nem ligar. Diga claramente em lugar bem visível no seu site "Continuamos prestando os mesmos serviços" ou "Na pandemia estamos entregando toda nossa linha de produtos com os mesmos prazos". 

Se você mudou alguma coisa, isso também deve ser informado de maneira clara: "Estamos atendendo apenas com hora marcada, clique aqui para agendar" ou "estamos trabalhando com nova tabela de prazos de entrega".

Os casos que listei são só exemplos e a linguagem no seu site não precisa ser a que usamos, mas o fundamental na nossa opinião é mostrar no seu site que o que mudou ou não na sua operação, atendimento e produtos ou serviços, de antes da pandemia para hoje. Afirmar o que o cliente pode esperar da sua empresa nestes tempos de incerteza.

2 - O que você está fazendo para proteger seus clientes do novo Coronavírus

Outro dia, esse que vos escreve estava pensando em ir ao showroom de uma empresa conferir um produto e me passou pela cabeça "Como será que eles limpam o showroom depois de visitas de clientes?" e "Será que o fazem com frequência?" Não vi nada sobre isso no site deles. Acabei achando meio desconfortável ligar e perguntar e não fui.

Esse é só um exemplo, mas não sou só eu no mundo que estou preocupado em não pegar a Covid-19. Os seus clientes também estão. De novo, não arrisque perder um cliente por preguiça ou incerteza. Informe claramente em seu site que medidas você tomou para protegê-los de contaminação. 

Limpeza da loja,  showroom e outras áreas de contato do cliente com sua empresa, medida de temperatura corporal de visitantes, uso de equipamentos de proteção sanitária e treinamento de higiene de vendedores e outros atendentes, bem como quaisquer outros itens de proteção ao cliente quanto ao vírus tem que estar em seu site.

Essas estratégias e medidas de segurança podem ser muito diferentes de negócio para negócio, mas o fundamental na nossa opinião é seu site mostrar ao cliente que ele pode ficar tranquilo na hora de fazer negócio com você, não é da sua empresa que ele vai pegar o vírus.

3 - O que você está fazendo para proteger seus funcionários do novo Coronavírus

Mesmo que seus funcionários não tenham contato direto com seus clientes é importante você mostrar no seu site que sua empresa está preocupada em tentar proteger os próprios funcionários de uma possível contaminação, nos ambientes e situações nos quais a empresa tenha algum controle. Liste então no seu site as medidas como home office, distribuição de itens de segurança sanitária individual e outras que porventura tenha adotado.

Também para a proteção de funcionários as estratégias e medidas podem variar muito de negócio para negócio, mas o fundamental aqui é você mostrar no seu site que, na medida do possível, protege seus colaboradores. Não é só uma questão de que sua empresa ser boa com quem trabalha nela. É deixar claro que você entendeu que estamos todos - o conjunto dos serem humanos - juntos neste barco.

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quarta-feira, 14 de outubro de 2020

Plataforma da Zoom permitirá cobrar ingressos para teleconferências: lives, shows, aulas...

Zoom, a empresa de teleconferências que ganhou notoriedade por seu crescimento durante a quarentena da Covid, disponibilizou para o mercado americano uma forma de se cobrar ingressos para eventos ao vivo via teleconferência como lives, shows, aulas ou outros.

Como funciona
A nova plataforma de serviços disponibilizada em versão Beta pela Zoom, chamada OnZoom permite seus usuários criarem e anunciarem eventos ao vivo pagos, acessíveis via teleconferência. As pessoas que queiram participar daquela teleconferência tem que pagar um ingresso ao seu criador, na própria plataforma. Esse pagamento pode ser para um evento único, para uma série ou para eventos regulares. 

Por exemplo você pode ser um pianista que vai fazer uma "live" tocando prelúdios de Chopin na próxima quarta-feira às 21h. Você cadastra o evento na plataforma OnZoom e estabelece o preço de ingresso, por exemplo US$ 10. No dia e hora marcados cada pessoa que quiser se conectar na sua live via OnZoom e assistir a apresentação tem que pagar os US$10 para entrar. O serviço aceita cartão de crédito e outras formas de pagamento.

Outro exemplo seria um personal trainer ou professor de Yoga que desse aulas ao vivo todas as segundas, quartas e sextas-feiras às 16h, via a plataforma OnZoom cobrando um valor por aula. Os interessados teriam que cobrar um pacote de ingressos para poder entrar nas lives e participar nas aulas.

A plataforma também permite que um evento seja gratuito. Os criadores que quiserem usar a OnZoom para seus eventos ao vivo podem criar conteúdos gratuitos ou pagos para melhor atender seu público e suas estratégias de marketing. 

A OnZoom também apresenta uma agenda e diretório públicos de todas as sessões disponíveis - um marketplace - para que as pessoas possam pesquisar em tudo que está programado para acontecer na plataforma e daí encontrar algo que queiram participar ou assistir.

Só que no Brasil não. Pelo menos por enquanto.
A plataforma de serviços criada pela Zoom abre novas oportunidades de negócios mas, infelizmente, por enquanto está disponível apenas para o mercado americano. A empresa avisa que pretende o disponibilizar para outros países futuramente. Para quem quiser dar uma olhada, o site do OnZoom é:   https://on.zoom.us/e/view

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quinta-feira, 1 de outubro de 2020

O que olhar e aprender no site do líder do seu mercado


Os sites dos líderes do seu mercado, ou das empresas que você admira, podem ensinar e inspirar quanto ao que fazer no seu. Porém, na nossa opinião, essa chance de aprendizado precisa ser mediada por uma certa abordagem, que vamos tentar descrever aqui.

Empresa boa sempre tem site bom?
Antes de entrarmos de cabeça nas delícias da pesquisa no site do próximo, uma gota de cautela: há sim empresas bem sucedidas cujos sites são uma porcaria, onde você não tem nada a aprender. O sucesso delas está baseado em outras premissas e o site não dá nenhuma contribuição significativa para o negócio.

Porém conforme o século 21 avança, a interface entre empresa e clientes vai ficando cada vez mais digitalizada em todos os ramos da economia. Some-se aí a peste, ops, o Coronavírus e até os mais   analógicos dos negócios estão sendo forçados a criar ou melhorar sua face digital. A chance dos sites dos líderes de seu mercado serem parte integrante do sucesso deles é cada vez maior. E aí você tem o que aprender.

O trigo. E o joio.
Tá, o site da empresa que a sua sonha ser quando crescer é bonito, bem feito. Mas o que procurar nele? O que poderia ajudar o seu negócio? Apertando a tecla SAP: Que boas ideias aproveitar?

1) Informações que apoiam a compra ou ajudam na tomada de decisão: A primeira coisa a olhar é que tipos de informações sobre produtos, serviços ou a empresa tem no site do líder que no seu site não tenha. E daí avaliar se publicar esses mesmos tipos de informações não ajudaria na relação com seus clientes também. Parece simples e óbvio, mas às vezes aquela tabelinha de especificações técnicas que você publicou ou não pode ser a diferença entre o cliente ligar ou não.

2) Serviços que o site presta: Outra sugestão é você encarar o site como um prestador de serviço. E daí tentar perceber quais serviços o site da outra empresa presta que o seu não presta. Esse é um tipo de ideias para analisar se não daria para adaptar no seu site. 

Vive la différence
O que você não deveria copiar dos sites dos líderes do seu mercado? 

1) A programação visual: Você já parou para pensar como você (e eu e o resto da humanidade) fazem quando estão procurando um fornecedor? Você abre em janelas sucessivas do navegador os sites dos candidatos. Em meio a 5, 6 ou 10 sites que o possível cliente está olhando, já meio cansado, já meio de saco cheio da pesquisa, como chamar a atenção, como se destacar? Você precisa ser visualmente diferente. Muito diferente, na nossa opinião.

2) A missão e/ou visão e/ou valores: Vamos ser bem realistas aqui. Se você fornece mais ou menos a mesma coisa, mais ou menos do mesmo jeito, o cliente vai comprar da empresa maior, porque é mais seguro. Claro, sempre tem a opção de você detonar seu preço, mas essa é uma espiral suicida. Então, você tem que não fornecer a mesma coisa e/ou não do mesmo jeito. Tecla SAP de novo: sua missão, visão ou valores tem que ser diferentes (no site e na prática).

Se sucesso fosse fácil todo mundo tinha
Ser o líder ou um dos líderes de mercado é difícil e depende de muitas variáveis, inclusive acaso ou sorte. O site pode não ser o diferencial ou não ser o único diferencial para os líderes de seu mercado terem chegado lá, mas hoje em dia quase com certeza contribuíram. Dado que os sites são públicos , nossa sugestão é você usá-los como fonte de consulta para, quem sabe, ter ideias de como melhorar o seu.

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quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Amazon cria selo de correção ambiental para produtos


Essa semana a gigante do comércio digital Amazon anunciou um programa de certificação em sustentabilidade para produtos vendidos na plataforma. 

Os produtos que atenderem aos requisitos do programa serão diferenciados no site americano da empresa através de um selo específico, uma "ampulheta alada" (veja na imagem).

O programa
O programa chamado Climate Pledge Friendly ("Amigo do Clima" em uma tradução livre) é uma parceria com 19 certificadores externos, que incluem agências governamentais, ONGs e laboratórios independentes que fornecerão à Amazon as credenciais de sustentabilidade dos produtos das empresas parceiras que vendem no site da Amazon.

Além dessas certificações externas a Amazon tem uma certificação própria "Compact by Design" que identifica produtos que usam embalagens menores e mais compactas. Segundo o site a empresa embalagens menores diminuem a emissão de carbono na sua fabricação e transporte. (e barateiam o custo de operação da Amazon...)

Para se candidatar a ter o selo da "ampulheta alada" no produto no site a empresa fabricante precisa se submeter a uma das certificações listadas e aí solicitar sua inclusão no programa. A Amazon informa que o programa cobrirá uma extensa relação de categorias de produtos, entre eles mercearia, produtos domésticos, moda, beleza e eletrônicos pessoais.

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quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Novo botão "shuffle" da Netflix: tecnologia e comportamento

A Netflix está testando um novo recurso, um botão "shuffle play" que ativa a exibição de vídeos em sequência, sem intervenção da pessoa. Segundo as notícias, para os mercados e pessoas participantes do teste funciona mais ou menos como um canal de televisão: você clica e começa a exibição de diferentes vídeos, um depois do outro, ininterruptamente.

Por exemplo, pode primeiro passar um episódio de uma série, seguido de um documentário, seguido de um filme de Holywood, depois um especial de uma comédia stand up, depois mais um episódio de série, assim por diante.

Depois de um dia estafante de trabalho você se aconchega com um cobertor no sofá, liga a televisão e pode passar horas assistindo Netflix, sem ter que ficar analisando trailers ou sinopses para decidir o que assistir em seguida e sem ter nem que nem clicar em mais nada.

Uma experiência tão relaxante quanto assistir televisão comum, mas potencialmente melhor, porque com conteúdo escolhido especialmente para você por um algorítimo - um procedimento automatizado - com inteligência artificial. Esse algorítimo aprende ao longo do tempo e acaba conhecendo melhor seu gosto para vídeos do que sua mãe conhece seu gosto para sobremesas caseiras.

O diabo mora nos detalhes
Do ponto de vista tecnológico o novo recurso não é nenhum grande salto, dado que os algorítimos de aprendizado são comuns nas redes sociais e serviços de streaming, que já há muito tempo preparam  listas de sugestões de conteúdo baseadas no gosto prévio do freguês.

No entanto, ao oferecer a possibilidade de ir passando vídeos automaticamente, ao invés de a pessoa escolher em uma lista sugerida, a Netflix está aumentando a aposta na capacidade de seu algorítimo entender o que o espectador gostaria de ver em seguida.

Na nossa opinião, o possível sucesso do novo recurso da Netflix passa pela calibragem fina do algorítimo por seus programadores. Muito importante para sucesso de qualquer rede social ou mecanismo de streaming é a composição do mix de conteúdo individualizado para cada pessoa que ela oferece, dividido entre itens muito similares ao vistos anteriormente (o que é seguro mas pode ser entediante) e itens de conteúdo diferente  (o que é mais arriscado mas pode apresentar novidades prazerosas).

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domingo, 16 de agosto de 2020

3 dicas do que NÃO fazer em vídeo-conferências

Com a proliferação das vídeo-conferências tem crescido também as experiências desagradáveis nessa forma de comunicação. Para evitar algumas delas vamos sugerir dicas do que NÃO fazer, baseadas em situações reais que experimentamos em vídeo-conferências recentes, dentro da empresa e com clientes e fornecedores.

1) Comer
Eu sei que o home-office aboliu um pouco a distinção entre casa e trabalho, entre informalidade e formalidade, mas ultrapassa esse bom senso ver alguém mascando uma fatia de pizza durante a vídeo-reunião de discussão do orçamento da empresa. Com o rosto perto da câmera, na distância de selfie ou menor que as vídeo-reuniões acontecem, dá até para ver os carboidratos  começando a se transformar em maltose...

E a trilha sonora então? Você não imagina quanto um microfone pode ser sensível quando você não quer que seja. E tome nhac, nhec, nhec, nhec, glup. Nhac, nhec, nhec, nhec, glup. Ninguém merece. Nossa sugestão é você deixar os lanchinhos para os intervalos entre as múltiplas vídeo-conversas desses novos tempos.

2) Beber 
Se você não tinha reparado ainda eu vou ressaltar para você: durante uma vídeo-conferência ou vídeo-reunião o rosto fica muito mais perto da câmera do que ficaria do rosto das outras pessoas em uma reunião presencial. Então, mesmo coisas aceitáveis em uma reunião tradional, como beber água, ao serem filmadas muito de perto podem ser uma visão desagradável aos outros participantes.

Tá, você pode acreditar que o segredo para uma vida longa e uma cútis sedosa é tomar pelo menos 2 litros de água por dia. Além disso, para salvar as baleias você já investiu numa garrafa de água não descartável, de alumínio high tech. Ok. Mas ficar uma hora de reunião sem beber não vai matar você de desidratação e poupa o interlocutor dessa visão em close up. Nossa sugestão é você esperar a reunião acabar para voltar à sua saudável rotina de um golinho a cada 12 minutos.

3) Andar
Você acabou de ler um artigo sobre os perigos da trombose no home-office, todo aquele sangue parado, coagulando nas veias das pernas nas longas horas sentado na frente do computador. Se você se assustou e decidiu que vai deixar a vida sedentária, ok. Mas por favor, deixe para andar antes ou depois da reunião. Não durante. Se vídeo-reunião com alguém com o celular na mão já é ruim (porque nem o campeão mundial de tiro tem mão firme durante uma hora), com a pessoa andando pela casa é intolerável.

Ninguém quer ver o teto e as paredes da sua casa passando como fundo e um rosto chacoalhando na frente. Nossa sugestão é você apoiar o celular ou notebook numa superfície fixa e deixar lá, do  começo ao fim da conversa.

4) Não parar de falar / não dar espaço para outros falarem - dica bônus -
Numa conversa presencial as pessoas emitem e entendem pequenos sinais verbais e não verbais de quando é a hora de falar e quando é hora de parar e escutar o outro. Porém, em meio àquele monte de janelinhas com rostos de frente na tela do Zoom, muitos desses sinais que arbitram uma conversação normal podem passar batidos. Por isso é comum algumas pessoas falarem demais em vídeo-conferências, sem dar brecha para outros.

Claro que tem chatos que tentam monopolizar as conversas em qualquer situação, mas muitas das vezes que alguém fala demais em uma vídeo-conversa é só produto dessa fase de criação e aprendizado de uma nova etiqueta para o novo normal. Nossa sugestão é você dar o bom exemplo de se policiar se não está se estendendo demais e até ajudar a cortar (educadamente) os falastrões e chamar para a conversa os mais reservados.

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quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Vídeo empresarial: A câmera é mais amiga de algumas pessoas

É uma das injustiças da vida: algumas pessoas, sem fazer força,  ficam muito melhor que outras quando filmadas. Embora isso seja perceptível em qualquer tipo de vídeo é especialmente patente nos vídeos estilo "Youtuber": só uma pessoa falando para a câmera.

Já que  produzir vídeos empresariais nesse formato pode ser uma boa opção para seu marketing, vamos conversar neste post sobre como lidar com o fato que a câmera é mais amiga de algumas pessoas.

O vídeo talking-head
O sucesso dos Youtubers  ou influenciadores digitais - muitos tem milhões de seguidores e muitos mais tem centenas de milhares - mostra que ter alguém falando em primeiro plano para a câmera é um formato bem aceito pelo público.

Além disso, para registrar de perto só uma pessoa parada falando, o equipamento é muito simples. Uma câmera, três pontos de luz e um microfone de lapela resolvem a questão. A edição de um vídeo sem muitos efeitos especiais pode ser feita em qualquer notebook ou computador, usando softwares relativamente baratos. Noves fora, o custo geral do projeto é baixo.

Se o povo gosta e é barato de fazer, não tem porque você não refletir se daria para incluir no seu plano de marketing: gravar pessoas da empresa em vídeos nesse estilo. Claro, se você tem verba para filmagem de helicóptero, efeitos especiais da Industrial Light and Magic e o Ferreira Martins narrando em off as maravilhas do seu produto, tem mais é que usar. Mas mesmo se esse for seu caso, há espaço também para vídeos mais intimistas.

Star quality
Nesse tipo de vídeo que tem tão poucos elementos, a pessoa que aparece é fundamental. E quanto a isso, há mais de 100 anos, desde o início do cinema, os profissionais da área perceberam que algumas pessoas ficam naturalmente melhor em filme que outras.

E não é só beleza. Claro que beleza ajuda (em tudo na vida), mas o que funciona melhor é uma combinação de rosto que fica bem em 2D, com jeito de falar e se mexer com naturalidade apesar da filmagem, com tipo de voz que é melhor captada por microfone e reproduzida por alto-falante... e mais outras coisas, algumas difíceis de perceber isoladamente ou listar claramente, mas que em conjunto dão um resultado que a audiência gosta.

O mundo real
Eu não teria aqui a insensatez de propor que você espere carisma de Holywood do gerente de vendas da sua empresa, que vai anunciar em vídeo o lançamento de um novo produto. Eu sei que o Tom Hanks não trabalha aí.

O que queríamos frisar é que tem pessoas que ficam muito melhor que outras quando filmadas e que esse é um critério importante, talvez o mais importante, na escolha de quem vai aparecer nos vídeos da empresa. A pessoa certa pode alavancar e a errada pode minar seu esforço, porque elas vão ajudar a determinar quantas pessoas vão assistir - e por quanto tempo - os vídeos do seu marketing.

Nossa sugestão é você minimizar  a "lógica" de por exemplo o gerente técnico falar nos vídeos técnicos e a comercial nos de apresentação de produto. Tentar encontrar - dentro das pessoas disponíveis - aquela(s) que funciona(m) melhor em vídeo. Da estagiária à presidente da empresa,  tenha a mente aberta para as possibilidades.

Cliques e likes
Mas como saber quem funciona ou não? Como evitar vieses de amizade e gosto pessoal? Nossa sugestão é você sempre testar diferentes pessoas e monitorar o engajamento do público nos vídeos. Quantos foram assistidos, por quanto tempo, quantos likes, dislikes e comentários receberam e o teor desses comentários.

Se você quiser caprichar pode fazer testes A/B: gravar um mesmo conteúdo duas vezes, com pessoas diferentes falando em cada vez. Daí exibir as versões para amostras aleatórias diferentes de seu público-alvo. Se preferir, ou se só puder pegar um pouco mais leve, pode fazer um rodízio de pessoas falando nos diferentes vídeos, conforme os for produzindo e publicando.

Em qualquer caso, testar diferentes pessoas e monitorar a reação da audiência permite você deixar o próprio público naturalmente lhe mostrar quem vai trazer mais eficácia para o marketing da sua empresa.

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