quarta-feira, 4 de setembro de 2013

O melhor conselho sobre marketing digital

A Vendere lida diariamente com pessoas que cuidam do marketing na Internet de suas empresas e, muitas vezes elas nos pedem dicas e conselhos de como melhorar a presença digital de suas empresas, como melhorar seu marketing na Internet, baseado nos nossos mais de dez anos de experiência no assunto.

Haveria muitas coisas que a gente poderia dizer, mas há um conselho mais importante que qualquer outro:

Levante-se da frente do seu computador e vá sentar-se na frente de um cliente, lá na empresa dele. Com a maior frequência e regularidade que você puder.


Todo mundo que trabalha com Internet tende a ficar cada vez mais ensimesmado no computador, no tablet e no celular e acaba se distanciando da dimensão mais importante do marketing digital, na verdade de qualquer marketing: a dimensão humana.

O contato regular e frequente com os clientes é a melhor forma de tentar entender e aprender o que realmente importa para as pessoas e suas empresas para daí poder traduzir isso em um marketing melhor.


segunda-feira, 15 de julho de 2013

QR: A etiqueta do site, fora do site

Já abordamos em outras postagens aqui a importância de se usar mídia convencional, como impressos, anúncios e eventos, para trazer mais gente para visitar seu site. Uma das maneiras de facilitar esse acesso é incluir em todo seu material impresso, nos estandes de eventos e vitrines da lojas (entre outros)  um QR - Quick Response code.

O QR é um formato gráfico para se escrever mensagens que podem ser lidas por uma máquina. É similar ao código de barras, comum na embalagem de produtos, só que por ter duas dimensões pode guardar mais informação que o código de barras.

Duas características dos QR nos interessam aqui: 
1) você pode escrever o endereço do seu site no formato QR 
2) A maioria dos celulares inteligentes lê QR usando a máquina fotográfica do telefone e uma App (aplicação) de leitura de QR. 

Ou seja, você imprime um QR (parecido com essa ilustração acima) a pessoa aponta a câmera fotográfica do celular para o QR e via a aplicação de leitura, vai direto para seu site, sem ter que digitar o endereço "www.........com.br"

Um QR pode ter o endereço da home page do site ou qualquer outra página, uma página de produto por exemplo. Então você pode ter numa vitrine de loja, ou em um balcão de exposição de uma feira de negócios uma etiqueta de QR diferente ao lado de cada produto. Nesse exemplo, a pessoa  pode apontar a câmera do celular dela para cada etiqueta com QR, e o celular já abre automaticamente a página daquele produto na tela do celular dela.

Se você ainda não tem uma App de leitura de QR no seu celular, experimente baixar um "QR Reader" da Apple Store (se seu celular for iPhone) ou da Google Play (se seu celular usar Android) e mandar seu celular ler o QR no topo desta postagem (é como se você fosse tirar uma fotografia da tela desse blog) . Você verá que ela remete ao endereço do site da Vendere.


terça-feira, 2 de julho de 2013

Use vídeo para incrementar seu site de moda

Uma das formas de criar mais engajamento em qualquer site é com a utilização de vídeos*.  E, embora produzir vídeo não seja barato, exibir um vídeo na Internet é muito mais barato do que exibi-lo em mídias mais tradicionais, como anúncios em TV ou cinema.

Confira este exemplo, da resort collection 2013 de Kenzo:


* Algumas estatísticas sobre o uso de vídeo na Internet:

- Um vídeo em um resultado de pesquisa no Google gera 41% mais cliques que um resultado sem vídeo (RealSEO)
- Páginas de chegada em sites (landing pages) com vídeo profissional geram de 4 a 7 vezes mais engajamento que páginas sem vídeo (SearchEngineWatch)

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Seu cliente quer ver seu site numa tela de 3 polegadas ou numa de 30 polegadas?




Hoje é difícil prever o tamanho de tela onde seu cliente vai querer ver seu site, pode ser em um celular de 3 polegadas, um tablet de 10 ou um monitor de computador de 30 polegadas, com todos os possíveis tamanhos intermediários entre uma coisa e outra.

A metodologia tradicional (e muita gente ainda faz assim) de desenvolver sites era prever um tamanho ideal de tela para o site ser visto, normalmente a tela mais comum de micro, uma tela de tamanho médio e otimizar o site para esta tela. Na prática, o site só funcionava direito na tela ideal. Em telas menores ficava difícil de ver e navegar, e em telas grandes desperdiçava espaço, não aproveitava para mostrar mais ou melhor.

A solução para este problema é construir sites "responsivos" (do inglês "responsive"), sites que se auto-modificam, que se adaptam a diferentes tamanhos de tela. Nas telas grandes mostram mais imagens, mais informação e fotos maiores para aproveitar o espaço e nas telas menores reduzem as fotos e re-arranjam os elementos da página, para ficar bonito e fácil de usar também nas telas pequenas.

Clique aqui, para ver um exemplo de site responsivo desenvolvido pela Vendere, o site da tecelagem Saliba. Ao chegar no site, experimente mudar o tamanho da janela do Browser e ver como o site se adapta. É bem legal.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Site ou App? O que é melhor para acessarem sua empresa via celular?

Muitos dos sites que existem hoje não preveem o acesso via celular. Se você experimentar com seu telefone vai ver que muitos sites  são difíceis de usar com o celular e alguns são realmente impossíveis (talvez o de sua empresa também, experimente dar uma navegada por diversas páginas do seu site, usando o celular). Isso acontece porque as tecnologias e metodologias mais antigas para fazer sites, como Flash e HTML4 foram projetadas para computadores de mesa e notebooks, não celulares.

Por outro lado, já há 70 milhões [1] de smartphones - telefones que podem acessar a Internet - no Brasil. Qualquer que seja o produto que você venda, sua empresa não pode simplesmente desconsiderar esse gigantesco público, se enganar que no seu mercado em particular ninguém usa celular para procurar fornecedores e produtos na Internet.

Há 2 jeitos de você permitir uma pessoa acessar direito sua empresa via Internet: fazer um site "mobile", compatível com os navegadores de Internet que já vem pré-instalados de fábrica nos smartphones ou fazer uma App, um "programinha de computador" que você coloca disponível na loja do fabricante do celular. Site a pessoa acessa usando o navegador do celular, como acessaria se estivesse em um computador qualquer, já a App a pessoa navega até a loja faz download ("baixa" a App) e instala no telefone dela. Vamos comparar:

Hoje as tecnologias HTML5, Javascript e as metodologias responsivas (que preveem os diferentes tamanhos de tela) permitem fazer um site que roda nos computadores de mesa, notebooks, celulares e tablets. O mesmo site. Quando preciso alterar ou acrescentar alguma coisa você mexe num lugar só.

As tecnologias de App permitem melhor controle dos recurso de cada celular, mas são incompatíveis entre os diferentes fabricantes, então você tem que fazer uma App para iPhone e colocar na Apple Store, outra para Android e colocar na Google Play e ainda outra para colocar na Windows Store, só para atender os 3 sistemas mais vendidos. Quando preciso alterar ou acrescentar alguma coisa é preciso mexer nas 3 versões.

Site as pessoas sabem que toda empresa tem, é natural elas procurarem por ele. Já a empresa que faz uma App precisa gastar também com mídia convencional - anúncios - para contar para as pessoas que sua App existe e convencê-las que vale a pena o trabalho de baixar e instalar sua App no celular delas.

Pesando tudo isso, acreditamos que um site bem legal em HTML5 e Javascript, com metodologias responsivas pode ser a solução ideal para você atender, igualmente bem, as pessoas que querem acessar sua empresa na Internet, tanto usando celulares e tablets, quanto usando computadores de mesa e notebooks.


terça-feira, 25 de junho de 2013

A super importância do marketing tradicional - revistas, rádio, TV, eventos - para o marketing na Internet

Embora todas as formas de marketing acabem competindo pelo mesmo orçamento - que por definição é uma quantia finita de dinheiro que a empresa tem para ser dividido em diferentes atividades - o melhor resultado  ao dividir suas verbas entre marketing online (Internet) e offline (revistas, rádio, TV, eventos) é entendê-los e planejá-los como aliados e complementares, o investimento em um pode otimizar o outro e vice-versa:

1) A marketing offline atrai o online informa: todo veículo de comunicação,  por exemplo revista de moda, ou programa de rádio ou TV, ou ainda um feira ou exposição de moda, só sobrevive ao longo do tempo construindo credibilidade junto a um segmento do público, via uma cuidadosa curadoria e editoria do que divulga. 

Em outras palavras, o leitor da Veja confia no que a Veja publica, o leitor da Vogue confia no que a Vogue publica, o visitante da Première Vision confia na curadoria do evento. Essa confiança (ou pelo menos a atenção) se estende às marcas que se expõe nestes veículos. 

Porém, sua empresa pode não ter o orçamento e o espaço para mostrar tudo o que gostaria nos veículos tradicionais. Então você pode usar a confiabilidade e segmentação da mídia convencional para atrair o público, para dar uma "amostra" e daí remeter o cliente para seu site na Internet e lá - onde o espaço para conteúdo é quase infinito e muito barato - mostrar tudo o que precisa sobre a marca e os produtos.

2) O marketing offline ajuda o cliente a encontrar a informação online: com os milhões e milhões de sites e páginas sociais disponíveis na Internet é muito difícil alguém achar seu site por acaso. 

Para complicar, os engenhos de pesquisa - Google e Bing - podem ter critérios de relevância (o que eles acham importante mostrar ou não) que não vão ao encontro dos seus interesses comerciais. Na prática, ninguém pode garantir em quais pesquisas o Google vai trazer como resposta seu site. 

Então, um excelente uso do marketing offline é chamar atenção para seus endereços na Internet, divulgar o seu site. Por exemplo, se você trabalha com moda e colocar um anúncio numa revista de moda, com maior destaque para o "www.suaempresa.com.br" você terá muito mais certeza de trazer gente para o site do que arriscar que ele seja achado por acaso via Google. E ainda por cima, você atrairá para seu site um público já mais segmentado - de moda.


quinta-feira, 20 de junho de 2013

Por que os sites de redes sociais são azuis?


Se você reparar, a maioria dos sites de redes sociais trabalha, em sua programação visual, com tons de azul. É assim no Facebook, no Twitter, no Linkedin, Tumbler..... Há várias teses e teorias que circulam a este respeito, segue a nossa:

The star spangled banner
Estudos mostram que, apesar de haver certa variação ao longo do tempo (designs de logo, assim como qualquer design também seguem modas) a maioria estatística dos logos de grandes empresas americanas, de todos os segmentos, usa diferentes tons das cores da bandeira americana: azul e vermelho. 

É provável que isso aconteça pela onipresença da bandeira nas diferentes situações públicas e privadas da vida americana. Nos EUA tem bandeira em todo lugar, até na frente de muitas residências. Isso torna as cores azul e vermelho muito naturais e afetivas para os americanos.

Bora viciar a freguesia
E entre azul e vermelho, tons de azul são mais calmantes, mais convidativos a se passar mais tempo no website,o que pode ter provocado sua dominância nas redes sociais. 

Um dos principais objetivos de qualquer rede social é fazer você passar o maior tempo possível navegando nela, isto é, passar o maior tempo possível vendo os anúncios que ela vende. Já um site em cores quentes pode ser mais cansativo e pode estimular o cliente a ir embora mais cedo.

Alta rotatividade
Usar cores quentes para apressar o uso é uma estratégia conhecida dos restaurantes de fast-food,  como por exemplo McDonald's, Burguer King e Pizza Hut, que abusam do vermelho, amarelo e laranja, cores que são chamativas e atraem a atenção, mas cansativas no médio ou longo prazo. 

Poucas pessoas se sentem confortáveis depois de 15 ou 20 minutos de amarelo berrante em um ambiente fartamente iluminado. Isso pressiona os clientes a comerem rápido e irem embora logo, o que é lucrativo para o restaurante de fast-food, mas exatamente o contrário do que a rede social quer dos seus clientes.

Briga de cachorro grande
Outro ponto a se destacar é que quando uma empresa americana líder de um segmento escolhe uma das cores da bandeira americana, é comum uma outra empresa que quer se posicionar como a grande concorrente escolher a cor contrária: a Coca-Cola é vermelha, a Pepsi é azul. A Marvel é vermelha, a DC é azul. A Mattel é vermelha a Hasbro é azul. A Oracle é vermelha a Microsoft é azul.

Deu chabu
Talvez por essa oposição de cores a rede social do Google, a Google+, que tentou se posicionar como o grande concorrente do Facebook, tenha fugido da regra geral do azul das redes sociais e tenha se arriscado escolhendo o vermelho.

Porém, a rede social que Google criou para competir com o Facebook não deu certo e a empresa anunciou em dezembro de 2018 o fim de todas as contas do Google+ e a deleção de todo o conteúdo lá publicado (com um período de transição até abril de 2019, para quem quisesse fazer cópias).

Sucesso não é tudo, mas é 100%
Seria demais atribuir só à cor do logo o fim do Google+, o desempenho de mercado de iniciativas deste porte é uma coisa complexa mas, no final das contas, a rede social de logo vermelho fracassou... e as azuis vão bem, obrigado.

Direto do Brasil, ao vivo e em cores
Não é só no hemisfério norte que a escolha acertada da programação visual de uma empresa pode contribuir ou atrapalhar o sucesso, prezado leitor. Aqui também. Pode ser a hora de você repensar a da sua empresa ou do seu site. Uma boa agência digital (como a Vendere 😀) pode ajudar. 

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