quarta-feira, 2 de maio de 2018

Facebook anuncia entrada no mercado de encontros (dating)

Procurando por um novo amor? Em breve os poderosos algorítimos de inteligência artificial do Facebook poderão ajudar... 

Facebook promovendo encontros / dating assusta outros aplicativos do ramo

No 1º de maio, enquanto nós brazucas desfrutávamos o feriadão, nos EUA o Facebook iniciava a sua conferência anual para desenvolvedores (lá nos EUA o dia do trabalho - Labor Day - é celebrado na 1ª segunda-feira de setembro).

Na palestra de abertura do evento do Facebook, o "keynote speach", Mark Zuckerberg seu fundador e presidente anunciou que o Facebook vai entrar no mercado de dating (encontros/ relacionamentos - amorosos/ sexuais...). O recurso vai ser um competidor para sites e aplicativos como match.com, Tinder e OKCupid. Dada a dominância das redes sociais (e a grana) que o Facebook tem, as ações na Bolsa das empresas por trás desses aplicativos de encontros já caíram 22% no mesmo dia.

Zuckerberg não deu muitos detalhes do futuro produto, mas disse que o Facebook vai usar o conhecimento que tem dos interesses de cada pessoa para sugerir parceiros compatíveis. Um recurso anunciado é que será possível procurar por parceiros  fora da sua lista de amigos, por exemplo em grupos ou eventos que você queira participar ou vá se inscrever. O recurso permitirá às pessoas mutuamente interessadas trocarem mensagens fora do ambiente (e dos olhares curiosos) das páginas normais do Facebook e do Messenger.

O Facebook conhece você melhor que você mesmo

Na opinião deste que lhes escreve, a principal vantagem do Facebook em relação aos sites e aplicativos de encontros tradicionais é que o perfil psicológico dos participantes, que vai ser usado para encontrar parceiros compatíveis, não foi gerado pelo participante voluntária e conscientemente respondendo a um questionário - onde a pessoa provavelmente vai mentir e/ou pelo menos "embelezar" a realidade. 

O perfil que o Facebook tem de cada pessoa foi gerado quando ela não estava prestando atenção, nem tentando enganar ninguém, simplesmente navegando, curtindo e compartilhando, durante os anos e anos que ela usa o Facebook. Ao longo do tempo o Facebook pode saber muito mais de você que sua mãe, seu psicólogo, ou talvez você mesmo. Os algoritmos nunca descansam e nunca se esquecem.

Conclusão

O uso através de inteligência artificial das preciosas informações que o Facebook armazena sobre cada pessoa ajudou o Facebook a se tornar a maior rede social do mundo. Vamos ver se elas vão servir (e se o Facebook vai saber usá-las) de forma tão eficaz na difícil missão de encontrar parceiros amorosos para as pessoas.


segunda-feira, 23 de abril de 2018

Por que saber quais são os navegadores mais populares?

A competição dos navegadores de Internet (browsers) Chrome, Internet Explorer, Safari, Firefox e outros pelo mercado, pode atrapalhar o sucesso do seu marketing na Internet. Vamos tentar aqui destrinchar o problema.

O problema
O problema é que seu site que parece bem bonito quando você olha na tela do seu computador no seu escritório, pode parecer esquisito, feio ou até impossível de usar na tela do seu cliente, que por acaso tenha um navegador de marca ou versão diferente.

Isso pode acontecer porque páginas da Internet que você vê no seu navegador (como esse blog que você está lendo agora) não são enviadas a partir do seu site prontas para exibição na tela do cliente. As páginas são enviadas como um conjunto  de instruções codificadas: "mostre essa foto no canto esquerdo superior da tela" ou "escreva o texto bom dia  abaixo da foto", ou ainda "pinte todo fundo da tela do site de azul". O navegador recebe essas instruções, interpreta e monta a página para o freguês ver.

Grosseiramente comparando, a página Internet é uma receita de bolo que é enviada para um cozinheiro (o navegador) que vai executar a receita: misture a farinha e a manteiga, bata as claras em ponto de neve, acrescente o açúcar devagar.... Num mundo ideal, todos os bolos feitos a partir da mesma receita ficariam igualmente gostosos, mesmo que feitos por cozinheiros diferentes e todas as páginas Internet apareceriam iguais quando exibidas por navegadores diferentes. Mas nós não vivemos em um mundo ideal.
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Num mundo ideal, todas as páginas Internet apareceriam iguais quando exibidas por navegadores diferentes. Mas nós não vivemos em um mundo ideal.
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Claro que a linguagem das instruções para a montagem de uma página de Internet, chamada HTML - Hyper Text Markup Language - é mais técnica e rigorosa que a linguagem coloquial de uma receita de comida, mas mesmo assim cada fabricante de navegador faz a sua interpretação de como as instruções do HTML deveriam ser executadas, às vezes por opções técnicas , às vezes por opções comerciais .

Essas interpretações do HTML além de diferentes de um fabricante para outro, também mudam de uma versão do navegador do mesmo fabricante para a versão seguinte. Por exemplo, não só o Internet Explorer interpreta HTML diferentemente do Chrome, mas o Internet Explorer 9 interpreta diferentemente do Internet Explorer 7. A mesma página Internet pode parecer diferente em cada um deles. Além disso, as versões para celular desses mesmos navegadores também  costumam ter suas particularidades.

Para completar a lambança, o W3C - World Wide Web Consortium - organização que tem como função criar, desenvolver e divulgar o HTML, vai mudando o HTML ao longo do tempo, introduzindo alterações e melhorias, que os fabricantes de navegadores correm atrás de entender e interpretar. Por exemplo, a última versão é a HTML 5, porém há partes dela que ainda estão em definição ou só foram parcialmente aceitas pelos diversos interessados envolvidos no assunto, o que inclui os fabricantes de navegadores.


Uma solução de compromisso
Infelizmente não há uma solução fácil, ótima ou única para esse problema. De maneira geral você vai ter que ficar em algum ponto entre ter um site bem simplinho - que só usa os recursos mais antigos ou corriqueiros do HTML - e daí roda bem em muitos lugares, ou ter um site bem sofisticado - que usa os recursos mais modernos e atraentes do HTML - mas corre o risco de não funcionar direito em algumas versões de alguns navegadores.

Também é possível se criar dentro da página HTML testes para saber-se qual o browser que a está interpretando e usar recursos diferentes em cada caso, mas isso aumenta a complexidade, custo e tempo de desenvolvimento do site.

Nessa hora pode ser importante saber quais navegadores tem mais penetração de mercado, ou até quais navegadores acessam mais o seu site em particular, para se escolher que recursos vale a pena manter ou tirar do site, por razões de compatibilidade com os navegadores que seu público-alvo usa ou ainda avaliar-se quanto a mais de tempo e dinheiro deve ser gasto no desenvolvimento do site para uma maior compatibilidade com diferentes navegadores. Uma boa agência digital pode ajudar.


segunda-feira, 16 de abril de 2018

A economia melhora. Está na hora de renovar seu site.

Você gostaria que o Brasil tivesse o PIB dos EUA, a segurança pública do Japão, a justiça social da Dinamarca, a estabilidade política da Suíça e, de quebra, a comida da França? Nós também. 

Aí sim daria para investir com vontade, comprar novos equipamentos, contratar funcionários, renovar o site na Internet 😃, tudo com a certeza de retorno do investimento.  Porém, a essa altura do campeonato, mesmo os mais distraídos ou mais otimistas, já perceberam que o gigante está demorando para acordar e levantar do berço esplêndido. 

A sugestão deste que vos escreve é, tanto para você que acredita que o Brasil vai decolar um dia, quanto para você que já perdeu as esperanças a este respeito: procure a salvação individual - pessoal ou empresarial - enquanto a coletiva não vem. Nosso terceiro mundismo crônico, "nação em desenvolvimento" desde quando eu me conheço por gente, não impediu milhares ou até milhões de histórias de sucesso pessoais ou empresariais.

Não, eu não estou pregando o egoísmo ou o individualismo. Você pode e em muito casos deve procurar ajudar o Brasil ser um país melhor, através do seu comportamento social e cívico, voto e participação eleitoral, responsabilidade socioambiental da sua empresa, etc. Só estou lembrando para o fato que enquanto as condições ideais não chegam, é possível ir trabalhando com condições menos que ideais. 

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Uma das coisas que dá para fazer no Brasil é aproveitar os eventuais ciclos de crescimento da economia para ganhar força para sua empresa. 
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Dentro desta ótica, uma das coisas que dá para fazer no Brasil é aproveitar os eventuais ciclos de crescimento da economia para ganhar força para sua empresa. Engrossar as pernas.

Ah, mas o emprego não voltou aos níveis de 2012... Ah, mas ainda não foi aprovada a reforma da previdência... Ah, mas tem um monte de escândalos em andamento...  Tudo verdade. Mas se a gente for esperar o Brasil estar na situação de uma Noruega, ou mesmo de um Chile para citar um exemplo mais próximo e realista, pode ser que a gente espere até o além túmulo. 

Apesar dos problemas habituais, das crises crônicas, parece que estamos entrando em mais uma de nossas modestas fases de crescimento da economia. Pode ser possível crescer o seu negócio, se você investir direito, por exemplo na presença digital da sua empresa.

A economia melhora. Está na hora de renovar seu site. Chame a Vendere.


terça-feira, 3 de abril de 2018

Em quais línguas fazer seu site?

É necessário hoje em dia ter em seu site aquelas bandeirinhas que se clicadas levam o visitante a versões do site em outras línguas? Quais?

A História
Já foi comum ver sites com vários daqueles botões com bandeirinhas para carregar versões do site em outras línguas. Inglês, espanhol, alemão, até francês e italiano em alguns casos. Dava status ter o site em várias línguas, sugeria que a empresa era maior, internacional. Uma globetrotter....

No passado, essa poliglótica digital era relativamente fácil, porque os sites eram muito estáticos: você fazia o site, pagava três ou quatro traduções para outras línguas, publicava tudo na Internet e ia se preocupar com isso de novo só 2 ou 3 anos depois, quando renovasse o site.

O mundo acelerou
O problema é que  hoje os sites tem que ser muito mais dinâmicos, com constante atualização de notícias, novidades ou ofertas. Se você não trocar ou acrescentar conteúdo de qualidade constantemente, seu site vai caindo no ranking do Google e no gosto das pessoas, sua empresa vai sumindo da Internet.

Se produzir regularmente conteúdo em português para se manter visível na Internet já é difícil, traduzir textos para 3 ou 4 línguas, acrescenta ainda mais custo. Vídeo - que é outra tendência forte na Internet -  é caro e problemático para dublar ou legendar. Fora a questão dos prazos. Um texto em português, a própria pessoa que escreveu pode rapidamente mandar colocar no ar. Se ela depender de outros para as traduções (sejam pessoas da própria empresa ou externas), vão acontecer atrasos.

Nossas sugestões
Dado esse conflito entre ter que produzir muito conteúdo para permanecer competitivo na Internet e as dificuldades e custos de sua tradução, qual seria a melhor estratégia, atualmente, para decidir em quais línguas fazer um site? Seguem nossas considerações a respeito:

1) Se você não exporta, ou não faz contratos diretamente com empresas fora do país ter apenas um bom site em Português é suficiente. "Ah, mas a gente faz contratos com o escritório no Brasil de multinacionais..." Nesse caso, as pessoas do escritório brasileiro da multinacional falam português e mesmo que o responsável direto pela compra do seu produto seja um gringo trabalhando aqui, é preferível ele ler um texto de qualidade em português, do que uma tradução feita por um não nativo  ou por um não técnico do seu mercado. 

Um texto traduzido por um não nativo e/ou não especialista no assunto pode soar artificial ou mal feito para um nativo. É por isso que toda a comunicação diplomática internacional é feita na língua nativa de quem fala ou escreve, porque é certeza da qualidade e precisão do original. Se você reparar, todos aqueles discursos de presidentes em abertura de seção da ONU são feitos na língua nativa de quem fala.

2) Se você exporta ou faz contratos diretamente com empresas fora do país, pode se justificar ter pelo menos uma versão do seu site em outra língua. Se você tem somente um país como mercado, por exemplo a França ou Israel e não tem planos de crescer para outras regiões, pode ser sensato ter um versão do site em francês ou hebraico. 

Já se você tem clientes (ou pretende ter) em dois ou mais quaisquer países de línguas diferentes, o menor denominador comum quase sempre é o inglês.  Praticamente todos os operadores internacionais (de todos os países) sabem inglês e é muito mais fácil encontrar no Brasil tradutores qualificados em inglês do que em outras línguas. 

Com isso, fica muito mais barato e prático ter um site em inglês para atender as diversas nacionalidades dos seus clientes e potenciais do que ter um site diferente para cada uma.

3) Se você precisar mesmo ter site em outra língua, não se iluda que o Pierre que trabalha na contabilidade da sua empresa (e fala francês) ou o Wagner de vendas (que fala alemão) ou ainda o Sr. Hiroshi diretor financeiro (que fala japonês) vão ter tempo ou prioridade para ficar traduzindo notícia de site, mesmo que eles lhe prometam de pé junto. 

Podem até ajudar eventualmente, mas entre atrasar a tarefa que paga o salário dele ou atrasar a tradução do site, adivinhe qual o Pierre vai escolher? É muito mais seguro montar um esquema totalmente independente e ágil com um bom escritório de tradução.

4) Se você acha que o Google tradutor vai resolver seu problema, bem... não vai. Apesar dos avanços da inteligência artificial, os tradutores automáticos ainda estão muito longe de traduzir com qualidade profissional textos um pouco mais longos.

A voz da experiência
Os tempos de várias bandeirinhas para várias línguas foram atropelados pela necessidade moderna de atualização constante e regular do conteúdo dos sites. 

É claro porém, que o fiel dessa balança é sempre a necessidade específica da sua empresa de quantas e quais línguas. Cada caso é um caso e pode ser que no caso particular da sua empresa se justifique estrategicamente manter 4 ou 5 línguas diferentes no site, tudo atualizado e sincronizado. Que Deus lhe ajude...  

No entanto, nossa longa experiência na criação de sites nos ensinou que muitas vezes o que traz a melhor relação custo / benefício é um bom site em português e, se realmente necessário, no máximo mais uma língua. Geralmente a língua franca do comércio internacional, o inglês.

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quinta-feira, 8 de março de 2018

O que fazem os algorítimos do Facebook e do Instagram?

Você já deve ter percebido que Facebook e Instagram não mostram todos as suas postagens para todos os seus amigos ou seguidores. Das várias coisas que você posta, só algumas são mostradas para só algumas pessoas. Quem escolhe o que vai ser mostrado é o algorítimo - um conjunto de regras automatizadas.

Na matemática, algorítimo é um termo técnico para procedimentos e regras que possam ser automatizadas numa sequência de passos. Formalmente, todo programa de computador é um algorítimo. Porém, no contexto das redes sociais, se tornou comum usar coloquialmente algorítimo para se referir ao programa de computador da rede social que controla o que ela mostra. É nesse sentido que vamos usar a palavra neste post.

O maior objetivo dos algorítimos das redes sociais é fazer cada pessoa ver o maior número de posts que a agradem e o menor número de posts que a desagradem, ou que não tenha interesse. Ou seja, tornar o uso daquela rede social o mais prazeroso possível, para que a pessoa passe mais tempo navegando e volte mais vezes.

Esses algorítimos são tecnicamente sofisticados e levam em conta muitas variáveis para descobrir o que você gostaria de ver ou não: seus dados demográficos, o que você olhou, comentou ou compartilhou no passado, o gosto de quais amigos pode ajudar a prever o seu e muito mais. Os algorítimos das redes sociais não esquecem absolutamente nada do que você fez ao longo do tempo e podem testar você, mostrar coisas diferentes, para ir refinando o que funciona ou não.  Com tudo isso, o Instagram provavelmente sabe mais sobre sua personalidade do que seu terapeuta  😃...

Porém, para a infelicidade do prezado leitor que é marqueteiro digital, uma das coisas que os algorítimos não levam em conta é o peixe que você precisa vender com o suor do seu rosto, todos os dias .... Você gostaria muito que aquela foto do novo produto fosse mostrada para os seus 5.000 seguidores, só que a rede social vai  mostrar para só 50, que ela escolheu pelos critérios dela. E para tornar a sua vida no marketing ainda mais difícil, conforme o número de usuários e posts de todas as redes sociais vai crescendo o tempo inteiro, a possibilidade do seu post aparecer para a pessoa que você quer vai ficando cada vez mais diluída.

Para lidar com esse problema só há dois caminhos:

 1) Tentar jogar com as regras dos algorítimos - Pesquisar o que as próprias redes sociais já divulgaram a respeito e o que se descobriu ao longo do tempo e tentar criar posts que agradem essas regras. Esse é um caminho muito difícil. Os programadores das redes sociais não são bobos, sabem que todos os marqueteiros do mundo vão tentar manipular seus algorítimos, então criam proteções.

Por outro lado, se você conseguir criar posts que realmente agradem seu público, que gerem acessos, likes e compartilhamentos, eles provavelmente vão ser mostrados para mais gente, afinal o objetivo dos algorítimos é mesmo agradar as pessoas.

2) Pagar. Fazer anúncios ou posts pagos / impulsionados. Com o devido orçamento você pode aumentar a visibilidade da sua mensagem nas redes sociais, mesmo que seus posts não sejam os mais queridos do público.


quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Seu site pode ser pior do que você acha

O ser humano tem uma certa dificuldade para avaliar de forma isenta as coisas com que tem muita familiaridade. Por exemplo, depois de muito tempo morando numa mesma casa, você não enxerga mais aquela mancha na parede ou aquela rachadura no canto do piso, você se acostuma  e não presta mais atenção. No entanto, uma visita que não está acostumada com a casa, ao entrar pode perceber estes problemas e até ficar incomodada com eles.

Acontece coisa parecida com o site de sua empresa. Você e as pessoas que trabalham junto com você entram nele com tanta frequência, que podem parar de ver as deficiências, tudo fica meio que natural. A gente se acostuma com a aparência e conteúdo e até aprende a contornar alguns problemas conhecidos.

No entanto, o que você pensa quando está procurando um produto ou serviço para comprar e o site do possível fornecedor é fraquinho? Qual dos dois você pensa: "Essa empresa deve ser ótima, eles só não conseguiram mostrar isso no site, vou ligar pra comprar!" ou  "Nossa, que site fraco, vou clicar no próximo"?

Então, prezado leitor, o dilema é o seguinte: 1) pensar "se o site é meia boca a empresa deve ser meia boca" é natural para qualquer pessoa e 2) a familiaridade pode ter feito você perder parte da sensibilidade para avaliar a qualidade do seu próprio site.

Ajuda a agravar o problema o fato que a tecnologia e os designs avançam muito rápido na Internet e um site que era bom quando você mandou fazer, em pouco tempo já pode estar parecendo meio datado ou caidinho em relação aos mais atuais.
Que fazer?

Nossa sugestão é, no máximo a cada ano, chamar uma boa agência digital (como a Vendere 😄) para uma avaliação conjunta (você  e sua equipe que estão acostumados com o site + os caras da agência que não estão ) para ver como o seu site se compara com o de seus concorrentes e os sites de outros segmentos, para decidir se não seria hora de mudanças. 

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Já pensou numa extensão digital para seu produto?

Toda empresa procura renovar ou melhorar  com alguma frequência seus produtos, conforme as demandas do mercado ou a necessidade de superar a concorrência.

Um caminho para a renovação de um produto pode ser a criação de uma extensão digital, de um "acessório" digital: um aplicativo de celular ou página de site que possa tornar o uso do seu produto melhor, mais fácil ou mais completo.

Por exemplo, se você fabrica panelas, seus produtos poderiam ter como acessórios digitais um aplicativo de cronômetro para o celular controlar o tempo de cocção de diferentes pratos na suas panelas, ou uma página do seu site ensinando receitas que ficam melhores quando feitas nas panelas que você fabrica. Essa ideia vale para outros equipamentos ou eletrodomésticos como fogões ou fornos de micro-ondas.

Outro exemplo: Se você fabrica roupas ou calçados esportivos, seus produtos podem ter como extensões digitais um aplicativo de corrida ou fitness para celular ou uma página do seu site com calendário de corridas de rua que possam ser praticadas com as roupas ou calçados que você fabrica. Essa ideia vale para outros produtos para esportes como por exemplo bicicletas.

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Haveria um aplicativo de celular ou página do site da empresa, que você pudesse desenvolver, que tornasse a experiência do consumidor com seu produto melhor, mais fácil ou mais completa?
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Uma extensão digital não exime um produto de competir por qualidade, preço, canais de revenda, etc. (é leitor, eu sei, a vida é dura...), mas se o produto for igual ou parecido com o do competidor nos quesitos mais básicos, nos mercados competitivos o consumidor pode preferir a panela com aplicativo do que a panela sem aplicativo, ou a camiseta de corrida com aplicativo do que a sem.

Há produtos para os quais é natural, quase óbvio, que a experiência do consumidor em usar o produto poderia ser melhorada com um pouco de software - uma extensão digital - para ele usar no celular, computador ou tablet, como nos exemplos que demos acima.

Já há produtos onde as ideias para possíveis extensões não são tão imediatas, mas acreditamos que valha a pena você pensar nisso: Haveria um aplicativo de celular ou página do site da empresa, que você pudesse desenvolver, que tornasse a experiência do consumidor com seu produto melhor, mais fácil ou mais completa?